Após algumas semanas, acabei por ficar com pouco mais de 25 jogadores e começamos a tentar montar uma equipa e coesão entre todos.
Decidi montar a equipa no esquema tradicional do futebol tradicional, o típico 4-4-2 mas com um twist. Quero ver futebol pelos flancos, quero ver ataques rápidos, simples e eficazes. Quero apertar tanto com o adversário que nem tempo terão para respirar, quanto mais para pensar no que fazer com a bola.
Então fui confiante para a pré-época, satisfeito com a coesão que estava a ser criada e com os jogadores que ficaram.
Aqui ficam os resultados dos 4 amigáveis que fizemos:

A equipa tem qualidade técnica comparada com as outras equipas da nossa liga mas custa ver tantas derrotas, após tanto trabalho árduo.
O meu adjunto diz que é normal, ainda estamos a criar coesão mas é frustrante quando eu quero criar logo impacto no momento. Até os jornais locais alimentaram o meu ego ao analisarem os plantéis e anunciarem que esperam eu ganhar a liga.
Mais um soco na barriga depois dessa motivação extra.
Vim melhorias e bastantes no último jogo contra o Beira-Mar de Almada mas foi apenas nesse jogo e faltam meia dúzia de dias para a época começar.
Enquanto escrevo estas linhas, eu pondero:
Eu tenho jogado a titular à baliza. Tenho vistos os jogos de um lugar privilegiado e tenho tirado apontamentos mentais. Sei que vão haver jogadores a destacar-se e revelações surpresa.
Mas o fundamental é o primeiro jogo, pois vai ditar o ritmo da época. Se ganhamos, a confiança vai ser maior no jogo seguinte e vamos querer assumir o topo rapidamente. Se empatarmos, é como o adjunto diz, questão de tempo e de habituação. Mas se perdemos o primeiro jogo, não só é mais um soco no meu estômago, como também é uma queda brutal no orgulho dos jogadores.
Vou torcer e trabalhar para que corra tudo bem. E não é por o primeiro jogo ser no belo Bairro da Quinta da Princesa que me vai intimidar e me vai fazer desistir dos meus sonhos.
Rumo à felicidade, rumo ao esofrço, rumo à vitória.
E nem mesmo a lesão de 5 semanas de um titular meu me abala a confiança. Vamos para cima deles e vamos fazer da casa deles a nossa casa e mandar a mensagem para as restantes equipas que devem ter medo de nós, pois assim que ganharmos balanço, seremos como uma locomotiva de um TGV: Imparáveis.
Boa sorte rapazes, vamos a isto!
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